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	<title>Innovactiò - Marketing Digital &#124; SEO &#124; Links Patrocinados &#124; Otimização de Sites</title>
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	<description>Innovactiò - Marketing Digital</description>
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		<title>Infográfico: A máquina do marketing digital no e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:22:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Marketing Digital é muito mais amplo e complexo do que algumas pessoas podem imaginar. Além dos badalados Marketing em Mídias Sociais, Marketing de Busca e Marketing de Relacionamento, por exemplo, outras áreas, tão importantes quanto, ajudam a transformar todos os esforços em uma grande engrenagem onde tudo precisa estar em sintonia para os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Marketing Digital é muito mais amplo e complexo do que algumas pessoas podem imaginar. Além dos badalados Marketing em Mídias Sociais, Marketing de Busca e Marketing de Relacionamento, por exemplo, outras áreas, tão importantes quanto, ajudam a transformar todos os esforços em uma grande engrenagem onde tudo precisa estar em sintonia para os resultados surgirem.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o infográfico onde é possível entender onde e como cada uma das principais áreas do Marketing Digital se encontra e ajuda no funcionamento de nossas ações. Do SEO ao Web Analytics, é possível visualizar de forma simplificada como tudo converge em um objetivo final.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3315" title="infografico" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/05/infografico.jpg" alt="" width="602" height="1349" /></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte<span style="color: #888888;">: <a href="http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/05/01/infografico-a-maquina-do-marketing-digital-no-e-commerce/"><span style="color: #888888;">http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/05/01/infografico-a-maquina-do-marketing-digital-no-e-commerce/</span></a></span></p>
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		<title>Estudo mostra panorama do uso de mídias sociais no mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 14:27:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A maioria (66%) das empresas globais considera suas operações em sites de redes sociais intensas (21%) ou regular (43%), o que representa um aumento de 21 pontos percentuais em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório apresentado em novembro de 2011 pela Econsultancy em parceria com a LBi e bigmouthmedia. Dados do estudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="alignleft size-full wp-image-3297" title="mundo_conectado" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mundo_conectado.jpg" alt="" width="320" height="306" />A maioria (66%) das empresas globais considera suas operações em sites de redes sociais intensas (21%) ou regular (43%), o que representa um aumento de 21 pontos percentuais em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório apresentado em novembro de 2011 pela Econsultancy em parceria com a LBi e bigmouthmedia. Dados do estudo “<a href="http://ecommercenews.com.br/midias/slides/estudo-%E2%80%9Cstate-of-social-2011-report%E2%80%9D-econsultancy"><span style="color: #000000;"><em>State of Social 2011 Report</em></span></a>” ainda mostram que a proporção de empresas que afirma ter apenas experimentado as mídias sociais apresentou uma queda no ano a ano, diminuindo dos 40% registrados em 2010 para 31% ao longo deste ano, o que significa que mais lojistas estão deixando de apenas testar as mídias sociais para torná-las uma parte importante de suas organizações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O mesmo padrão é verificado no lado da oferta: enquanto menos agências / consultorias afirmam que seus clientes (empresas) estão apenas experimentando as mídias sociais (46% neste ano contra 56% em 2010), uma proporção maior afirma que seus clientes têm um envolvimento regular (39% contra 34%) ou estão fortemente envolvidos (13% / 8%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com outro estudo apresentado pela <em>SocialMedia Examiner</em>, a maioria (88%) dos comerciantes acredita que suas operações em mídia sociais apresentam maior visibilidade para seus negócios, enquanto 72% relatam que suas campanhas foram positivas para o aumento do tráfego e vendas. Além disso, de acordo<a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/maioria-das-empresas-ja-concluiu-uma-venda-a-partir-da-geracao-de-leads-em-redes-sociais"><span style="color: #000000;">com estudo de novembro da <em>Webmarketing123</em></span></a>, os leads gerados em sites de redes sociais se mostraram muito qualificados, com 55% dos comerciantes afirmando ter fechado algum negócio derivado de um <em>lead</em> do gênero.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Twitter lidera entre as plataformas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">87% das empresas globais que participaram do estudo da Econsultancy utilizam o Twitter como parte de seu planejamento de marketing em mídias sociais ou atividade de relações públicas, parcela superior aos 82% que afirmam utilizar o Facebook. Outros gigantes do mercado de mídias sociais, como o YouTube (69%) e LinkedIn (57%), também são utilizados pela maioria das empresas. Após estas, há uma grande diferença no uso deste tipo de plataforma, com 19% afirmando utilizar a Wikipedia, seguidos por Foursquare (15%), Google+ (14%), Vimeo (13%), Stumbleupon (12%), Delicious e Digg (ambos com 11%). O relatório observa que no período em que pesquisa estava sendo executada o Google não havia lançado oficialmente sua versão do Google+ para negócios, mesmo que diversas empresas já tivessem incluído o botão +1 em seu site.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estudo também mostra que no ano anterior a proporção de empresas que utilizava o Twitter cresceu 5%, enquanto a popularidade do YouTube e LinkedIn aumentou 19% e 12%, respectivamente. Dentre os quatro principais sites do gênero, a penetração do Facebook foi a mais tímida, crescendo apenas 2,5%, ante 80%. Enquanto isso, o Foursquare quase duplicou sua popularidade, com sua utilização aumentando de 8% para 15% entre as empresas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dentre os entrevistados do lado da oferta (agências / consultorias), os quatro sites mais populares também se posicionam entre os mais citados, com o Facebook (92%) e o Twitter (88%) ocupando a primeira e segunda colocação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Maioria das empresas utiliza redes sociais para o Marketing</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o estudo, quando se compara com o ano anterior, um número cada vez maior de empresas está utilizando o Facebook para uma variedade de propósitos, que vão desde o marketing e vendas até o monitoramento de marcas e serviços ao cliente. Apesar de o uso mais popular do Facebook seja para o marketing, aumentando de 67% para 75% no ano a ano, outras formas de utilização também estão se tornando cada vez mais representativas entre os comerciantes.  Neste ano, por exemplo, um grupo de 52% está utilizando a rede social para responder a questões e perguntas de consumidores, o que representa um salto de 56% em relação aos 29% que haviam afirmado o mesmo no ano anterior. Uma proporção similar (51%) afirma fazer uso para obter feedbacks dos clientes, crescimento de 38% em relação aos 37% registrados em 2010. Por outro lado, as agências / consultorias apresentaram um padrão similar de aumento nas diferentes formas de utilização do Facebook, com o uso para o atendimento ao cliente apresentando o maior incremento, saltando de 28% para 49%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Da mesma forma que ocorre com o Facebook, os serviços ao consumidor são os tipos de uso que mais cresce no Twitter (43%) aumentando de 35% para 50%. Enquanto isso, a utilização do Twitter como canal de marketing (77%) e para a publicação de novos conteúdos (74%) permaneceu as duas categorias mais populares entre as empresas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Uso de redes sociais é popular, mas empresas acreditam que podem melhorar</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar de o Facebook e Twitter serem cada vez mais utilizados pelas empresas nos diferentes países, a maioria acredita que pode integrar melhor suas plataformas em suas estratégias gerais de mídias sociais. Neste ano, 37% dos comerciantes afirmam ter utilizado o Twitter, crescendo 37% em relação aos 27% que haviam afirmado o mesmo no ano passado. Ainda assim, metade (50%) acredita que pode utilizar com maior frequência este canal, contra 59% que afirmaram o mesmo em 2010.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A expectativa no uso do Facebook pelos entrevistados do lado da oferta é mais comedida: 27% afirmam estar utilizando intensamente este site, comparados com 25% que afirmaram o mesmo no ano anterior. Enquanto isso, outros 58% sentem que podem aumentar a utilização desta plataforma, comparados aos 55% que afirmaram o mesmo no ano anterior.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<span style="color: #000000;"> <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/estudo-mostra-panorama-do-uso-de-midias-sociais-no-mundo"><span style="color: #000000;">http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/estudo-mostra-panorama-do-uso-de-midias-sociais-no-mundo</span></a></span></p>
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		<title>SEO x Adwords: Qual o melhor investimento em marketing digital?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 15:04:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Investir em um bom posicionamento nas pesquisas do Google é tão importante para o sucesso de uma empresa na internet que se tornou um consenso no marketing digital. Basta lembrar que 90% dos 66 milhões de internautas no Brasil fazem pesquisas no site em busca de informações, notícias, produtos e serviços de seu interesse. Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2012/04/shop-online-294x194.jpg" alt="" width="294" height="194" />Investir em um bom posicionamento nas pesquisas do Google é tão importante para o sucesso de uma empresa na internet que se tornou um consenso no marketing digital. Basta lembrar que 90% dos 66 milhões de internautas no Brasil fazem pesquisas no site em busca de informações, notícias, produtos e serviços de seu interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje a maior dúvida de empreendedores, gestores e profissionais de marketing que nos procuram não mais “por que investir?” e sim “como investir no Google?” O que é melhor: fazer um trabalho de otimização (SEO) ou focar campanhas de links patrocinados (Adwords) para se posicionar nas primeiras colocações das pesquisas e conquistar a atenção (e os cliques) dos clientes?<br />
Tanto uma quanto outra possui prós e contras e é preciso analisar os prós e os contras de cada delas antes de se chegar a uma conclusão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Links patrocinados</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prós</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. É a forma de publicidade que gera maior retorno em menor espaço de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Mesmo com baixo orçamento é possível iniciar uma campanha e gerar resultados. Comparada com outras formas de propaganda como jornais, rádio e TV, é uma das que exige menor investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Permite que a própria empresa produza e gerencie as campanhas controlando seu orçamento, não dependendo obrigatoriamente da intermediação de uma agência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Em segmentos em que há grande concorrência, o custo das campanhas (baseados na compra de cliques em determinadas palavras-chave) tende a aumentar, transformando-se em um leilão.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Se não avaliar constantemente o retorno dos anúncios, a empresa corre o risco de perder o controle e extrapolar o orçamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Os anúncios tendem a ter menor visibilidade que os resultados naturais da pesquisa. Muitas pessoas também evitam clicar nos anúncios por saber se tratar de propaganda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Otimização (SEO)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prós</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Sites que aparecem nas primeiras posições das pesquisas naturais são mais visíveis e tendem geram mais credibilidade, tendendo portanto a serem mais clicados.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Não necessita (teoricamente) de orçamento mensal para permanecer no ar. Ou seja, o Google não cobra para que o site apareça nas suas pesquisas naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Sites bem posicionados nas buscas naturais tendem a se tornar uma referência para o público que faz pesquisas por seus produtos e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Visando a qualidade de suas pesquisas, o Google tem se tornado mais rigoroso em relação às suas regras e priorizado cada vez mais os sites que apresentam conteúdo atualizado e de qualidade. Isso significa que, para aparecer nos primeiros lugares das buscas, não adianta mais recorrer a truques e técnicas de programação. É preciso apresentar informação de interesse e ser reconhecido por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Por causa dessa tendência, a otimização de sites vem se tornando mais trabalhosa e complexa, envolvendo a atuação de profissionais especializados não apenas em SEO mas também em redação, programação e design. À medida que exige trabalho mais qualificado e especializado, os investimentos em SEO também aumentam.</p>
<p style="text-align: justify;">3. SEO exige constante aprimoramento e atualização e os resultados (melhor posicionamento nas pesquisas) não são imediatos pois dependem da indexação do Google. E como é o Google e não os profissionais de SEO que controlam o processo, não há garantia de sucesso. Mudanças dos critérios de relevância podem “derrubar” o posicionamento de um site de uma dia para outro e demandar meses de trabalho para recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisados os pontos positivos e negativos de cada um, qual a melhor opção de investimento, links patrocinados ou otimização? A resposta é simples: os dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode investir em links patrocinados aparecer rapidamente nas pesquisas e obter resultados de curto prazo enquanto o site é otimizado. Quando o site aparecer nos primeiros resultados das pesquisas sua empresa vai ganhar mais credibilidade e poderá direcionar parte do orçamento do Google para outras ações de marketing digital. Se uma nova regra derrubar o do seu site, é possível reforçar a campanha de links e manter o posicionamento nas pesquisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante também que haja um planejamento prévio para coordenar essas ações. Afinal, cada segmento de negócio possui suas características próprias e é necessário estudar o que os clientes e consumidores buscam na internet e, por consequência, quais as oportunidades representam.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="color: #888888;"><a href="http://ecommercenews.com.br/artigos/seo/seo-x-adwords-qual-o-melhor-investimento-em-marketing-digital"><span style="color: #888888;">http://ecommercenews.com.br/artigos/seo/seo-x-adwords-qual-o-melhor-investimento-em-marketing-digital</span></a></span></p>
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		<title>E-Mail Marketing lidera supremo como o melhor “amigo” do e-commerce</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 15:44:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora muitos tenham decretado a baixa popularidade do e-mail marketing como gerador de vendas, uma nova pesquisa da ExactTarget mostra que este canal está mais vivo do que nunca, quando se trata de alavancar as vendas em sites de comércio eletrônico. Dois terços (66 %) dos consumidores norte-americanos afirmam ter comprado pela internet após ter visualizado um e-mail, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3287" title="email-marketing-ecommerce-294x19" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/email-marketing-ecommerce-294x19.jpg" alt="" width="294" height="194" />Embora muitos tenham decretado a baixa popularidade do e-mail marketing como gerador de vendas, uma nova pesquisa da ExactTarget mostra que este canal está mais vivo do que nunca, quando se trata de alavancar as vendas em sites de comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois terços (66 %) dos consumidores norte-americanos afirmam ter comprado pela internet após ter visualizado um e-mail, à frente da proporção que afirma ter feito o mesmo por influência de mensagens postadas no Facebook (20 %) ou de mensagens de texto (16%).</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, a  pesquisa também mostra que 77 %  dos consumidores entrevistados preferem receber em seu correio eletrônico mensagens de marketing, enquanto apenas 45 % afirmam o mesmo para mensagens de amigos. Por outro lado, apenas 5 % dos consumidores preferem receber mensagens de marketing em sites de redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">O e-mail também é largamente utilizado como meio de comunicação on-line, com 96% dos compradores afirmando utilizar mensagens eletrônicas ao menos um vez por semana. Além disso, 76% dos inquiridos disseram que o e-mail é o canal preferencial para o atendimento ao cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora 70% dos entrevistados utilizem o Facebook semanalmente, apenas 20% acessam o Twitter com esta frequência. O Facebook também é duas vezes mais eficaz que o Twitter quando o assunto é  influenciar adolescentes (com idades entre 15-17 anos) a comprar em sites de varejo, mas ambos muito atrás do poder de persuasão do e-mail marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<span style="color: #888888;"> <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/e-mail-marketing-lidera-supremo-como-o-maior-amigo-do-e-commerce"><span style="color: #888888;">http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/e-mail-marketing-lidera-supremo-como-o-maior-amigo-do-e-commerce</span></a></span></p>
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		<title>Dispêndio em links patrocinados aumenta 22% no 1° trimestre no mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 12:01:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Empresas do setor de tecnologia e varejistas de produtos eletrônicos investiram 22% a mais em links patrocinados no primeiro trimestre de 2012, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo uma pesquisa realizada em diversos países pela Covario. Ainda assim, quando comparado ao trimestre anterior o crescimento foi tímido, apenas 1%. Nas Américas, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft  wp-image-3274" title="links-patrocinados" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/links-patrocinados.jpg" alt="" width="353" height="340" />Empresas do setor de tecnologia e varejistas de produtos eletrônicos investiram 22% a mais em links patrocinados no primeiro trimestre de 2012, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo uma pesquisa realizada em diversos países pela Covario. Ainda assim, quando comparado ao trimestre anterior o crescimento foi tímido, apenas 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas Américas, o dispêndio com anúncios Pay-Per-Click (CPC &#8211; Custo por Clique) aumentou 15% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto na região Ásia-Pacífico este crescimento saltou para 88%. Em contraste, os investimentos em anúncios do gênero na Europa diminuíram 2%, acompanhando o enfraquecimento da economia no continente.</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo, os preços das keywords (palavras-chave) recuaram 3% no primeiro trimestre em comparação aos últimos três meses de 2011. Este é o segundo trimestre consecutivo em que o custo das palavras-chave diminuiu, embora a Covario acredite que os preços vão se estabilizar ao longo do segundo semestre de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também diz que as empresas de tecnologias investiram 23% a mais em anúncios Pay-Per-Click no Google, enquanto no Yahoo-Bing houve uma redução de 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="color: #888888;"><a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/dispendio-em-links-patrocinados-aumenta-no-mundo-diz-covario"><span style="color: #888888;">http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/dispendio-em-links-patrocinados-aumenta-no-mundo-diz-covario</span></a></span></p>
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		<title>Taxa de visualização é a melhor métrica para anúncios em vídeos, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:41:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Usuários que assistem anúncios em vídeos na web demonstram um maior interesse por sites de marcas quando comparado aos visitantes que apenas clicaram no anúncio, chegando-se a conclusão que a taxa de visualização (conclusão – visualizados até o fim) é uma métrica mais eficaz em comparação com a taxa de cliques, segundo um estudo apresentado esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3261" title="visualização" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/visualização1.jpg" alt="" width="294" height="194" />Usuários que assistem anúncios em vídeos na web demonstram um maior interesse por sites de marcas quando comparado aos visitantes que apenas clicaram no anúncio, chegando-se a conclusão que a taxa de visualização (conclusão – visualizados até o fim) é uma métrica mais eficaz em comparação com a taxa de cliques, segundo um estudo apresentado esse mês pela Vindico.</p>
<p style="text-align: justify;">Baseado em uma análise com mais de 30 bilhões de impressões de anúncios em vídeos servidos 2011, a pesquisa descobriu que dentre os usuários que navegaram em sites de marcas, 96% haviam visualizado anúncios em vídeos sem clicar, comparado a somente 4% que clicou. Dentre os usuários que navegaram em páginas de checkout, 98% completaram a visualização dos anúncios sem clicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Anunciantes procurando se aproveitar desta oportunidade podem considerar inserir seus anúncios em  vídeos com um tempo de duração relativamente longo (mais que 10 minutos). O estudo mostra que propagandas alocadas em vídeos com mais de 10 minutos de duração apresentaram uma taxa média de conclusão de 88%, 16% maior que a taxa apresentada (76%) por anúncios em vídeos com menos de 10 minutos de duração.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do estudo “Year in Review” ainda mostram que anúncios do tipo “mid-roll” tiveram a melhor taxa de conclusão dentre todos os formatos de anúncios em 2011 (94%), ultrapassando o “pre– roll” (71%), “post-roll” (58%), e in-banners (26%). No entanto, quanto maior for a duração da propaganda menor será sua taxa de conclusão: anúncios com duração média entre 0 e 15 segundos tiveram o maior índice (78%), seguidos pelos de 16 a 30 segundos (74%), 31 a 60 segundos (61%) e anúncios maiores que  1 minuto (54%).No geral, 96% dos anúncios entregues eram de até 15 (47%) ou 30 segundos (49%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros dados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de clique (CTR) de anúncios vinculados em vídeos de curta duração foi maior (1,31%) quando comparado aos vídeos de formato longo (0,83%).</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as plataformas com melhor CTR, os portais de vídeo apresentaram a maior taxa de clique (3,48%), à frente de sites de negócios e notícias (1,41%).</p>
<p style="text-align: justify;">O CTR foi maior em anúncios no formato post-roll, indicando que os usuários estão tentado sair quando o conteúdo do vídeo é muito longo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="color: #888888;"><a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/taxa-de-visualizacao-e-a-melhor-metrica-para-anuncios-em-videos-diz-estudo"><span style="color: #888888;">http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/taxa-de-visualizacao-e-a-melhor-metrica-para-anuncios-em-videos-diz-estudo</span></a></span></p>
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		<title>Anúncios em dispositivos móveis são mais eficazes em sites de E-Commerce</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 15:50:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Dispositivo Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[SmartPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Os usuários de smartphones utilizam em média de 7% do seu tempo de navegação em compras pela internet, segundo dados de um recente estudo do eMarketer com base no mercado norte-americano. Dentre eles, quase três em cada quatro consumidores que adicionaram algum item ao carrinho de compras o fez a partir de um navegador, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3254" title="dispositivo-móvel" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/dispositivo-móvel.jpg" alt="" width="294" height="194" />Os usuários de smartphones utilizam em média de 7% do seu tempo de navegação em compras pela internet, segundo dados de um recente estudo do eMarketer com base no mercado norte-americano. Dentre eles, quase três em cada quatro consumidores que adicionaram algum item ao carrinho de compras o fez a partir de um navegador, em vez de um aplicativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados do estudo mostram que, embora o tempo gasto em compras por estes usuários seja relativamente baixo em relação ao tempo utilizado com outras funções do aparelho, este é o melhor momento para os comerciantes oferecer produtos e serviços através de anúncios. 65% dos entrevistados se lembram de ter visto ao menos um anúncio no momento da compra, enquanto que 35% relataram clicar em algum deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro estudo da VatorNews previu que esse ano os anunciantes deveriam gastar mais de US$ 1 bilhão em anúncios voltados para os dispositivos móveis. Como os smartphones estão se tornando populares em quase todas as partes do mundo, as empresas vão continuar aumentando seus gastos com publicidade móvel. O relatório ainda prevê que até 2014 o mercado de anúncios para aparelhos móveis movimente US$ 2,5 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Já um estudo da BizReport adverte que, apesar de muitas empresas mensurarem suas campanhas baseadas em cliques, este método de cálculo não deve ser o único. Mais da metade dos entrevistados da pesquisa não estão satisfeitos com campanhas voltadas para os dispositivos móveis quando mensuradas através de cliques.</p>
<p style="text-align: justify;">Indiferente dos debates a cerca da eficácia da publicidade móvel, os dados mostram que, enquanto os consumidores estão usando seus dispositivos para comprarem em sites de comércio eletrônico, uma porcentagem significativa deles vão interagir com eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="color: #000000;"><a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/anuncios-em-dispositivos-moveis-sao-mais-eficazes-em-sites-de-e-commerce"><span style="color: #000000;">http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/anuncios-em-dispositivos-moveis-sao-mais-eficazes-em-sites-de-e-commerce</span></a></span></p>
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		<title>E-mail Marketing X Redes Sociais, uma discussão inocente</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 12:39:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[E-mail Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Direto]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Geração Y? Ou seria a X ? O fim do e-mail? O futuro às rede sociais pertence? Desde sempre o ser humano tem uma necessidade monofásica alarmante! Para existir a TV o cinema desapareceria pregavam os Y’s da década de 70, para a internet existir a TV desapareceria diriam os Y’s no início deste século. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft  wp-image-3249" title="redes-sociais-email-marketing" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/redes-sociais-email-marketing.jpg" alt="" width="378" height="198" />Geração Y? Ou seria a X ? O fim do e-mail? O futuro às rede sociais pertence? Desde sempre o ser humano tem uma necessidade monofásica alarmante! Para existir a TV o cinema <a href="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2012/04/email-marketing.jpg"><img title="email-marketing" src="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2012/04/email-marketing-294x194.jpg" alt="" width="1" height="1" /></a>desapareceria pregavam os Y’s da década de 70, para a internet existir a TV desapareceria diriam os Y’s no início deste século. E a inocência numa busca por uma única mídia segue em frente e desaparecimentos como o dos blogs, dos banner’s, do videoclip e até mesmo do próprio site de internet já foram profetizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem dera assim fosse. A vida das empresas, e das pessoas, com poucas mídias (meios) seria muito mais fácil. E de fato já foi muito mais fácil. Mas a tecnologia evoluiu, nos uniu, nos separou e criou um enorme desafio para as empresas. O tema da hora chama-se Redes Sociais. Só nisso se fala, só isso se quer. Não á toa. As redes sociais deram voz ao consumidor e deram para a empresa um canal fantástico, real, para medir a satisfação e as necessidades do consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, também as redes sociais criaram um novo meio (mídia?) para campanhas de promoções diversas para as empresas, sem falar no engajamento de marca e produto e até mesmo do social commerce, dando poder de varejo a uma única pessoa. Campanhas. Uma palavra chave para a empresa, para as vendas. Uma palavra chave para o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não sejamos os inocentes do título. Não esqueçamos do site, a presença digital da nossa empresa. E sim, esqueça o preconceito ou a idade dessa mídia poderosa chamada e-mail marketing. Segunda maior origem dos 20 bilhões de reais vendidos online no Brasil em 2011 (a primeira é a busca, leia-se Google) e a principal mídia de conversão da Tecnisa, segundo matéria na revista Proxxima de março.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, e-mail marketing vende e vende muito. Mas vamos um pouco além para não esquecer do Mobile Marketing. Afinal SmartPhones estão aí, ganhando mais atenção das pessoas muitas vezes do que o que acontece à sua volta. E vale lembrar que ler e-mail no SmartPhone facilitou a nossa vida, como navegar nas redes sociais nesse diminuto computador na palma da mão virou febre.</p>
<p style="text-align: justify;">E chegamos a um cenário nada inocente, tão cheio de possibilidades quanto fascinante. Uma nova tendência se instala no marketing direto, esse cara tão antigo quanto atual. Começou, para variar, nos Estados Unidos e começa a se viralizar entre marketeiros digitais (e sociais) por aqui. O Social CRM vai virar palavra da moda, ou da hora, ou definitivamente o resultado. Não olhar tanto para a mídia em si, mas para a pessoa, para o consumidor, para o alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">Campanhas serão disparadas nas redes sociais a partir do relatório de cliques do e-mail marketing, mensagens por SMS chegarão para quem curtiu a fanpage da empresa, peças de e-mail marketing serão feitas sob medida para os evangelizadores da marca nas redes sociais. Cross Media? Cruzamento de meios centralizando as ações e as informações a partir do consumidor. Um cenário real, que faz muito sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Buscando a timeline, a caixa de entrada, a tela do telefone celular. Com pertinência e conteúdo, com segmentação de base. Com um tremendo resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Internet dá resultado mas dá trabalho. E não é mais fácil como costumava ser no século passado. Ou, resumindo, a inocência acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="color: #888888;"><a href="http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/e-mail-marketing-x-redes-sociais-uma-discussao-inocente"><span style="color: #888888;">http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/e-mail-marketing-x-redes-sociais-uma-discussao-inocente</span></a></span></p>
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		<title>Para profissionais do marketing, SEO é o maior gerador de leads online (negócios online)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:25:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais da metade (57,4%) dos profissionais de marketing digital B2B (Business-to-business) dos EUA conseguem gerar a maior parte de seus leads online através do SEO (Search Engine Optimization &#8211; Otimização de Site), de acordo com estudo conduzido pela Webmarketing123. Dados também mostram que os anúncios Custo por Clique (CPC &#8211; pagos) aparecem em um distante segundo lugar como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft  wp-image-3239" title="seo-leads" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/seo-leads.jpg" alt="" width="333" height="250" />Mais da metade (57,4%) dos profissionais de marketing digital B2B (<em>Business-to-business</em>) dos EUA conseguem gerar a maior parte de seus leads online através do SEO (<em>Search Engine Optimization &#8211; Otimização de Site</em>), de acordo com estudo conduzido pela Webmarketing123. Dados também mostram que os anúncios<em> Custo por Clique</em> (CPC &#8211; pagos) aparecem em um distante segundo lugar como maior gerador de leads online, sendo lembrados por 24,8% dos entrevistados, enquanto as mídias sociais foram mencionadas por 17,9%. O SEO também lidera quando se trata de marketing B2C (<em>Business to Consumer</em>), com uma proporção de 41% afirmando reconhecer o SEO como principal gerador de leads na internet, seguido por anúncios CPC (34,2%) e mídias sociais (24,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os principais objetivos dos programas de marketing digital, a geração de leads online foi apontado como o mais importante pelos profissionais de marketing B2B, seguido pela geração de vendas (22,2%), desenvolvimento de consciência sobre a marca (15,3%) e geração de tráfego (11,1%). No que diz respeito aos profissionais de marketing B2C, a geração de vendas lidera neste quesito (39,9%), seguido pela geração de leads (23%), tráfego (17,4%) e desenvolvimento de consciência sobre a marca (16,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a geração de tráfego não tenha se revelado como o objetivo mais importante entre os profissionais de marketing digital, a grande maioria (73,9%) afirma utilizá-lo como medida do sucesso de campanhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A geração de leads online (69,2%) é o segundo método mais utilizado pelos profissionais B2B para definir a eficácia de uma campanha de marketing digital, seguido pelo aumento da taxa de cliques (64,7%) e vendas (62,5%). Dentre os profissionais que trabalham com o marketing B2C, as vendas (68,5%) e taxas de cliques (68%) foram, respectivamente, o segundo e terceiro indicador mais popular, seguidos de conversões <em>call-to-action (chamadas para a ação)</em>, geração de leads (46,1%) e consciência sobre a marca (37,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas 29,1% dos profissionais do marketing querem aprender mais sobre anúncios CPC, de acordo com o estudo. Por outro lado, uma fatia de 62,1% estão curiosos em aprender como os canais digitais podem ser utilizados como alavanca para a elaboração de uma estratégia multicanal integrada, enquanto 45,9% estão interessados em saber mais sobre o marketing de mídias sociais e 38,1% querem aprender mais sobre SEO.</p>
<p>Fonte: http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/para-profissionais-do-marketing-seo-e-o-maior-gerador-de-leads-online</p>
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		<title>Os desafios do marketing de conteúdo B2B no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usersite</dc:creator>
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		<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria (41%) das empresas B2B (Business-to-business) de diversas regiões do mundo afirma que produzir conteúdos que envolvam seus clientes e prospects é o seu maior desafio na área de marketing de conteúdo, o que representa um aumento de 14% em relação aos 36% dos entrevistados que haviam afirmado o mesmo em 2010, segundo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft  wp-image-3233" title="marketing-B2B" src="http://www.innovactio.com.br/wp-content/uploads/2012/04/marketing-B2B.jpg" alt="" width="359" height="237" />A maioria (41%) das empresas B2B (<em>Business-to-business</em>) de diversas regiões do mundo afirma que produzir conteúdos que envolvam seus clientes e prospects é o seu maior desafio na área de marketing de conteúdo, o que representa um aumento de 14% em relação aos 36% dos entrevistados que haviam afirmado o mesmo em 2010, segundo um estudo apresentado em novembro de 2011 pela MarketingProfs. Dados do estudo “<span style="color: #000000;"><a href="http://ecommercenews.com.br/midias/slides/estudo-b2b-content-marketing-2012-benchmarks-budgets-trends%E2%80%9D"><span style="color: #000000;">B2B Content Marketing: 2012 Benchmarks, Budgets <span class="amp">&amp; </span>Trends</span></a></span>” ainda mostram que a produção de conteúdo em um volume que atenda as necessidades de seus consumidores (20%) e o orçamento para a produção destes conteúdos (18%) aparecem em uma segunda e terceira posição, respectivamente, enquanto produzir conteúdos em uma grande variedade e obter orçamentos para utilizar conteúdos licenciados foram citados com menos frequência pelos comerciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de 1 em cada 5 empresas B2B elencar como seu principal desafio o recebimento de verbas para criar conteúdos em uma quantidade que atenda sua demanda, o estudo mostra que os investimentos destinados ao marketing de conteúdo está em ascensão no mundo, com mais da metade (60%) dos entrevistados pretendendo aumentar os recursos alocados nesta área em 2012, contra apenas 3% que afirmam fazer o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também mostra que o orçamento médio destinado ao marketing de conteúdo parece variar significativamente conforme o porte da companhia, Por exemplo, empresas com um número inferior a 10 colaboradores gastam em média 34% de seus investimentos neste tipo de marketing, enquanto esta proporção chega a 20% entre os comerciantes com mais de 1000 funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, a terceirização deste serviço é popular entre as companhias B2B, com mais de 55% dos entrevistados afirmando terceirizar alguma atividade relacionada ao marketing de conteúdo no ano de 2010, enquanto em 2011 este número saltou para 62%. Quanto se trata de encontrar um fornecedor que conduza a criação deste conteúdo, o uso de consultores obteve o maior incremento no ano a ano, com 32% dos entrevistados afirmando contratar este tipo de profissional em 2011, ante 27% registrados no ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os principais objetivos elencados pelas empresas para o uso do marketing de conteúdo em suas organizações, a maioria (68%) cita a conquista de novos consumidores e expandir o conhecimento sobre a marca com os mais importantes. Geração de leads (66%) e retenção e fidelização de clientes seguem de perto (61%), com o aumento do tráfego, (56%) e engajamento (55%) também sendo lembrados por mais da metade.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, os objetivos relacionados ao marketing de conteúdo são muito próximos com as metas gerais do marketing digital, segundo outro estudo publicado em novembro de 2011 pela Webmarketing 123 (<span style="color: #000000;"><a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/para-profissionais-do-marketing-seo-e-o-maior-gerador-de-leads-online"><span style="color: #000000;">Clique aqui para ler</span></a></span>). Dados do levantamento mostram que a geração de leads na internet (46,4%) foi considerada por uma larga margem como o principal objetivo do marketing digital de B2B, superando até mesmo o incremento nas vendas (22,2%), tornar a marca conhecida (15,3%) e a geração de tráfego (11,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, embora o estudo da MarketingProfs mostre que a geração de tráfego não seja o principal objetivo ao se trabalhar com marketing de conteúdo, esta métrica é utilizada com maior frequência para mensurar o sucesso deste marketing, citado por 58% dos entrevistados, enquanto a geração de links (30%) foi a menos lembrada pelos empresários.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes resultados são compatíveis com o estudo da Webmarketing123, onde a grande maioria das empresas B2B afirmam utilizar o tráfego como a principal medida para avaliar o desempenho do seu trabalho, acima da geração de leads (69,2%) e de vendas (62,5 %).</p>
<p>Fonte: http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/os-desafios-do-marketing-de-conteudo-b2b-no-mundo</p>
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